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É preciso
saber viver....
Bom mesmo é aquele que chegou sem você perceber, permaneceu, te abraçou quando você mais precisava. Aquele que te fez sorrir sem se esforçar, limpou sua lágrima ao te ver chorar, tentou te fazer rir ao te ver triste e ouviu atentamente a todas suas reclamações. Se você tem um alguém assim, guarde-o, porque amigo assim é muito raro.
William Neves (via sincronizar)

A partir de agora, te deixo livre, solto, desimpedido. Não desisti. Só cheguei a conclusão de que, amor de verdade, a gente não implora, não insiste, não suplica. A gente apenas sente.
Pedro Pinheiro.  (via recontador)

O chato de falar de amor é que todo mundo um dia na vida já escreveu um verso ou uma prosa sobre o assunto. Todo mundo já deitou na cama, com um sorriso de ponta à ponta, olhos bobos e completamente apaixonados e derramou alguma frase romântica num papel. Todo mundo já falou de amor. Os romances estão entre os mais vendidos no mundo todo, as músicas românticas dominam as rádios, os cds, as bocas que repetem em uníssono as mesmas bobagenzinhas de sempre. Amor é febre que todo mundo tem, é sol que esquenta todas as faces da Terra. É esse o problema, quando se tenta escrever qualquer coisa sobre tal sentimento, fica parecendo só mais um eco de uma frase já conhecida há muito. Parece só mais uma repetição barata de um parágrafo sobre amores impossíveis e perfeitos. Amor é o clichê mais antigo. Não importa quantas definições se invente, quantos sinônimos se use para tornar a descrição diferente, o amor é igual, é o mesmo de sempre. O amor é se jogar de um precipício sem saber se existirá alguém lá em baixo? É. É não desistir, não abandonar e não esquecer? É também. E matar ou morrer por alguém? É, é, é. Amor é tudo. Porque vive em nossos atos, soa de nossas bocas, exala de nosso corpo. Nós somos o amor e dele vivemos. Ainda que cada um invente um sentido novo para a palavra, em essência, o sentimento não muda. Há quem cometa loucuras por ele e há quem sossegue pelo mesmo motivo. Há os que dizem viver perfeitamente bem sem ele, mas há os que se matam. E todos têm ao menos uma coisa em comum: tentam ou já tentaram ser o amor de alguém. Ser unidade, presença, porto seguro ou de fuga. E não adianta negar, todo mundo já sentiu pontada no coração e revirada no estômago. Todo mundo já chorou com as partidas ou com as chegadas. Cada um de nós já nos jogamos na cama querendo sumir ou querendo voar com tamanha felicidade. Tudo isso é amor. Se não é ele, é falta dele. E ambos doem! Por Deus, ambos estilhaçam em algum momento a nossa vida, o nosso peito. E por que? por que continuamos insistindo? Não existem metades das laranjas, príncipes encantados, relacionamentos perfeitos… então, por que? Porque, de certa forma, toda forma de amor nos faz sentir mais vivos. Tanto as cicatrizes quanto os sorrisos nos fazem perceber que somos de carne e osso e a vida não é só pura ilusão. Porque quem morre não sente nada, e amor é a prova de que estamos vivos.
rio-doce.  (via poeta-filosofo)

Já coloquei a música que me fazia mal e fechei os olhos, lembrando de tudo que estava me corroendo. Só pra chorar, na esperança de tudo aquilo passar.
Caio Fernando Abreu. (via entoando)

Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo, atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto, linda.
Martha Medeiros (via jovem-adventista)

Não podia suportar a idéia de nunca mais escutar esse riso.
O Pequeno Príncipe. (via poetizadora)

A dor cria um escritor.
Bukowski.     (via inquietisse)

Mas ela era diferente. Ela insistia em procurar amor mesmo onde só existia dor.
Carol Alves, promisse.  (via uma-epoca)

Quando eu era criança achava que, quem sorrisse pra mim, já era uma pessoa legal e confiável. Hoje, desconfio até do sorriso que pareça ser o mais sincero.
Mudei, e nem percebi - Hélder Mariano. (via entoando)